Estas fotos foram tiradas da Cidade que
adotei como minha mais agora está sendo destruída aos poucos infelizmente. abaixo uma poesia de meu filho poeta Gabriel Fagundes que fez numa bela noite em que íamos buscar sua mãe, nos deparamos com uma triste cena de queimada, ele tinha só 13 anos.
fogo, que clareia a noite escura
fumaça se funde a brisa pura
fogo, que queima a montanha,
fogo , que arde como as costas de quem do chicote apanha
ó pobre montanha, segura a mão pela qual o açoite assanha
não deixa que lhe botem fogo, segura a mão desse povo
levanta-te de novo mãe terra
levanta-te o fogo não espera
mãe terra levanta-te e some ou logo o fogo te consome